Com 's' de soberania
Parasita, mentiroso, rasteiro e cretino, o 'Zero-Hum' se revela um serviçal, tal qual o pai, líder de uma família de sanguessugas imbecis. Para tirar o foco da burrice de deixar provas de sua delinquência ancestral, foi se mostrar, como cãozinho domesticado, ante seu amo e senhor -- o genocida da Casa Branca --, e fazer mais uma maldade contra o Brasil e seu honrado povo.
Brasil, sim, é com 's' de soberania, de solidariedade e de sinceridade.
Aldir Blanc, eterno parceiro de João Bosco, já o disse, numa parceria célebre com Maurício Tapajós ("Querelas do Brasil", 1978), há quase cinco décadas, na voz da eterna Elis Regina, que "O Brazil não conhece o Brasil ... / O Brazil não merece o Brasil / O Brazil tá matando o Brasil".
O povo brasileiro, que sabe o que é dignidade, conhece e reconhece de longe o valor do amor-próprio, da honradez, não aceita a atitude servil do 'Zero-Hum' ('um' com 'h', como se fazia nos tempos do cheque, para não correr o risco de transformarem o 'um' em 'cem', assim nos ensinavam os doutos).
Ao contrário dos 'patriotas' de araque, que, além de falar um inglês de doer o ouvido, vivem de cócoras, de quatro, a gritar para o gringo narciso e pedófilo "me chuta, me bate, me rouba, me mata, mas me faz feliz".
Pois é. Antes do "rachadinha" oferecer aquilo que não tem (a dignidade) para o pedófilo da Casa Branca, deu entrevista ao lado de seus iguais esnobando o seu 'ingrêsh' de doer não só o ouvido, mas a consciência.
Ah, que lindo! Ele é poliglota? Não troglodita, de familícia.
E seus abestalhados acompanhantes, debochando da imprensa: "Pede pro Lula traduzir!"
Pobres diabos. Estadista não precisa ser tradutor. Basta ter altivez. Consciência e compromisso com os verdadeiros interesses do Brasil e de seu honrado povo.
Mas para esses vira-latas recalcados, é falar grego, língua da filosofia, da história, da ciência.
Sua leitura não vai além da metade da segunda linha. Trava tudo...
É claro que tudo isso já fazia parte de roteiro bem marcado pelos marqueteiros a soldo de ouro. Do 'pedágio' das dragas na Amazônia. Das propinas dos xeques da Arábia Saudita. Tudo saqueado do suor do povo brasileiro.
Dizem as más-línguas que antes de embarcar para a sonhada tenda do sultão de araque laranjado, passou pelo 'estaleiro' para uma imersão em água de pedra hume e fechar a rachadinha, pois o amo e senhor desses 'patriotas' não gosta de rachadinhas, é exclusivista.
Veja-se o caso do Estreito de Ormuz, que o insaciável pirata da Casa Branca não quer compartilhar nem com os milenares cidadãos das terras soberanas do Golfo, que têm, sim, 'aquilo roxo'.
Meu saudoso Pai, que vivera a ascensão e queda do fascismo na Europa quando jovem na Arábia (Beirute, Damasco, Gaza e Cairo, onde morara por cinco anos, enquanto estudava na milenar Universidade Al-Azhar, na capital egípcia), já nos alertava que toda elite serviçal não sabe o que é dignidade, não tem noção do ridículo, e quando crê estar sendo genial é quando põe os pés pelas mãos.
Para tirar o foco do escândalo provocado pela revelação da conversinha íntima com Vorcaro, que jurava nunca ter visto na vida, ele foi para o colo do narciso, mas antes escancarou, deu, entregou para o Narco Ruivo, que se diz secretário de Estado -- quando não passa de um 'cucaracha' não muito diferente que a familícia troglodita -- uma série de 'informações' sobre as duas organizações criminosas que a Casa Branca quer usar de pretexto para violar a soberania brasileira, tanto que ele e aquele irmão foragido, o tal 'bananinha', posaram de paladinos para esnobar que as retaliações repentinas contra o Brasil esta semana foram uma 'conquista' dos dois palermas.
É só prestar um pouco de atenção: quem é que lucra com a dinheirama do crime organizado que o imbecil lambe-botas pediu para a CIA e o FBI 'sangrar'? Os banqueiros, os mesmos que vivem a atentar contra os interesses do povo brasileiro, aqueles que financiam as traquinagens, as chantagens e os achaques dos sanguessugas sem limites daquela familícia.
Miraram no Palácio do Planalto, mas atingiram a Faria Lima e seus 'amiguinhos' de longa data, os milicianos por meio dos quais o crime organizado achaca os mais humildes das comunidades cariocas e fluminenses e, via CV ou PCC, 'regam' o 'mercado' com a dinheirama mal havida.
Eis que o 'genial' sabujo de Trump, na ânsia de lhe dar um agrado, acabou por desagradar os conservadores, que jamais aceitariam ter seus empreendimentos rastreados pelos gringos. Nunca admitiriam um Milei plagiado no comando da décima economia do mundo.
Mais ainda: aquele pessoal da Faria Lima não morre de amores por ninguém. É aquela turma que paga adiantado e, depois de usar, descarta. Não conseguiram emplacar o Salsicho de Tretas, o Gema, o Cai(g)ado, o Ra-tin-tin-nho. Tentarão agora a Virgem Micheque dos Templos Uivantes, ainda que a misoginia impere solta no lúgubre antro fascistóide.
Machistas desde a ancestralidade, esses canalhas dizem que têm know-how de sobra para lidar com ela -- segundo eles, 'velha conhecida' de Brasília. Cada qual com seu igual. Sinto nojo desse preconceito, mas é a eles que a 'primeira-dama' da familícia diz representar.
Por outro lado, o Presidente Lula, como Estadista que é, não se fez de rogado e de imediato repeliu à altura as novas tentativas de violação da soberania do Brasil, mais uma vez instigadas pelos verdadeiros traidores da pátria -- 'Zero-Hum' e 'Dudu Fujão' --, criando uma força-tarefa interministerial para mitigar o dano causado ao país.
Isso nunca foi oposição. Trata-se de verdadeira 'cabeça-de-ponte' dos interesses coloniais mais sórdidos, nocivos, os mesmos que levam desgraça aos argentinos, bolivianos, chilenos, paraguaios, peruanos, colombianos, mexicanos, cubanos, nicaraguenses, venezuelanos, panamenhos, guatemaltecos, haitianos, guianos, hondurenhos, palestinos, libaneses, iranianos, sírios, iraquianos, iemenitas, sudaneses, argelinos, líbios, somalis, egípcios, marroquinos etc.
Enquanto a Faria Lima se lambuza nas lambanças da extrema-direita (sua irmã siamesa), o povo se prepara para enfrentar, mais uma vez, as consequências da insensatez, insanidade e mesquinhez dos dois 'grandes' paladinos -- rachadinha e bananinha -- das novas represálias do narciso canhestro, ávido pelas riquezas do Brasil.
Triste sina de um altivo povo que ainda não conseguiu se libertar da sanha, da peçonha dos seguidores de Calabar e Joaquim Silvério dos Reis, os maiores traidores dos verdadeiros libertadores do Brasil.
Ahmad Schabib Hany


