segunda-feira, 5 de outubro de 2026

38 ANOS DA CONSTITUIÇÃO ANTE O PERIGO DAS TREVAS

sábado, 3 de outubro de 2026

VENTOS DO NORTE NÃO MOVEM MOINHOS!

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

BRASIL, TERRA DE TODOS OS CREDOS E DA DIVERSIDADE

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

AOS 112 ANOS DE NASCIMENTO DE MAHOMA HOSSEN SCHABIB

Aos 112 anos de nascimento do Peregrino Transformador
MAHOMA HOSSEN SCHABIB (1914-1996)

Nesta quinta-feira, 1º de outubro, antevéspera de um histórico e dramático momento para a Soberania do Brasil -- e, por extensão, de toda a América Latina e, sem exagero, de todo o Hemisfério Sul (o chamado Sul Global) ante a ensandecida sanha e cobiça do império decadente --, o iluminado Peregrino Transformador que tivemos a graça e felicidade de chamar de Pai está celebrando, presente em memória, seus 112 anos de nascimento.

Ante os maiores desafios, o Peregrino que a Vida nos permitiu chamar de Pai, ensinou a todos nós, na prática, a não desistir, não claudicar e, sobretudo, não abrir mão da dignidade, em nenhuma circunstância.

Republico a homenagem feita ao nosso Pai nesta quadra dramática da história da humanidade, em que fantoches (polichinelos, títeres, marionetes, bufões e congêneres) são transformados mediante todo tipo de manipulações em presidentes "democraticamente eleitos" ou, melhor, mandarins de capitanias hereditárias em nossa espoliada e cobiçada América Latina.

A besta fera, para a qual certos 'patriotas' se curvam e fazem reverências, depois da ação de sequestro em janeiro do presidente venezuelano, nesta antevéspera histórica de eleições no país, sem qualquer razão plausível, peões sob seu comando realizaram operação para sequestrar, em território soberano da Bolívia e ante a perplexidade de jornalistas, o Procurador-Geral do Estado Plurinacional da Bolívia, Roger Mariaca, e o Procurador Regional de Santa Cruz, Alberto Zeballos. A ONU e a OEA, tão ciosas na defesa ideológica da democracia, sequer se dignaram a manifestar qualquer estranheza pelo duplo sequestro executado diante de câmeras de diversos meios jornalísticos presentes a um ato no Aeroporto Internacional de Viru-Viru.

Aprendemos, com o nosso Pai a nunca nos deixar seduzir pelo nefasto canto da sereia do império estadunidense, hoje em franca decadência, e portanto muito mais ousado e violento. Se isso for, como tudo indica, um assédio para levar o medo à cidadania brasileira ante a possível vitória do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva nestas eleições renhidas, Donald Trump e seus asseclas vão ser mais uma vez derrotados em seus propósitos deploráveis. A melhor prova a fazer-lhes é a vitória do Presidente Lula no primeiro turno.




Cidadão do mundo à frente de seu tempo

Neste dia 1º de outubro transcorreu o 111º aniversário de nascimento de Mahoma Hossen Schabib, um Cidadão do mundo à frente de seu tempo que a Vida, generosamente, nos presenteou como um verdadeiro Pai-Peregrino -- não no sentido religioso, mas humano, como humanista incansável que se espelhava em todos os povos, todas as nações, todas as pátrias nas quais viveu, jamais "passou"...

Nós, filhas e filhos proletários que tivemos a honra de ter um Pai-Peregrino e uma Mãe-Matriarca em nossa formação, trazemos em nós a certeza de que a Vida -- por mais adversa e, no caso dos povos do Hemisfério Sul e da explorada e oprimida classe proletária da Terra, desafiadora -- é, sim, uma luta incansável, interminável, tal qual a História, cuja evolução é determinada pela assim chamada luta de classes (e para que os que têm preconceito desta importante concepção da História não imaginem banalidades e muito menos desvarios).

Nesta foto, feita numa rua de Beirute em 1962, Mahoma Hossen Schabib vivia intensamente a experiência de ter uma filha conterrânea sua, nossa Irmã caçula, e concluíra um verdadeiro périplo pelo Norte da África, cobrindo para a Rádio Cairo as epopeias populares da libertação do colonialismo europeu sobre o continente mais explorado, devastado e massacrado. Ele nos contaria, décadas depois, que só interrompeu essa verdadeira realização pessoal pelo compromisso com a sua Companheira de Vida, Wadia Al Hany de Schabib, nossa saudosa Mãe, e suas Filhas e Filhos (verdadeira prole, nove naquele momento!), razão pela qual decidiram retornar à América do Sul, inicialmente à Bolívia, onde as Filhas e Filhos mais velhos continuaram os estudos secundários ou fundamentais, e a caçula e o anterior para o Brasil, onde iniciaram seus estudos.

Vinte oito anos depois de sua súbita eternização (e 16 anos da eternização de sua Companheira), a presença do Pai-Peregrino e Mãe-Matriarca é, como de hábito, é constante e inspiradora, por sua coerência, lealdade e compromisso. Obrigado por terem existido e serem nossas referências paternas/maternas!

Ahmad Schabib Hany

terça-feira, 29 de setembro de 2026

NÃO É FILME, É PROJETO GOLPISTA DE PODER

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

GAMAL ABDEL NASSER (1918-1970)

sábado, 26 de setembro de 2026

BRASIL, CAPITAL MIAMI?

Brasil, capital Miami?

Ou melhor, Estados Unidos da América, nova metrópole do Brasil? Eis que há "patriotas" de meia pataca que querem nova colonização do País, desta vez pelos EUA, como proclamaram na Avenida Paulista, no Dia da Independência, com pixulecos do Trump e do sinistro terrivelmente enoquiano, em prol de um parasita que vive da propina porque nunca trabalhou em toda a vida.

Sim, senhor. Sem ter começado, está chegando ao fim esta campanha eleitoral, sob a batuta de golpistas baseados em Miami com a ingerência de big techs e do Departamento de Estado dos EUA e a conivência da mídia corporativa (Globo, Abril, Folha, Estado etc), e sequer tentou debater os programas de governo para o Brasil, para sorte do candidato-denorex, aquele que parece mas não é.

Nascido para fantoche e incapaz de raciocinar -- aprendeu com o pai somente a mentir, achacar e atacar reputações (fácil para quem não tem) --, não foi iniciativa do "Zero-Hum", mas da rede internacional de mercenários digitais, da qual o quase feminicida Fernando Cerimedo é um dos expoentes -- desde a disseminação de mentiras até a "agenda paralela", para desviar a campanha eleitoral de seus propósitos institucionais e legítimos.

Enquanto Lula apresenta as realizações deste mandato e anuncia projetos do programa de governo para conquistar seu quarto mandato, "Zero-Hum" faz que faz, ora com ironias da fala de seu adversário, "denúncias" do atual governo e, pior, disseminações de mentiras, bem ao estilo do amigo Fernando Cerimedo, homenageado pelo irmão em fevereiro de 2025 em Miami. Só agora a assessora econômica diz que o projeto de Flávio é igual ao de Javier Milei na Argentina.

Flávio, em duas palavras, três mentiras?

Há dados que constatam a vocação mentirosa e sem-caráter do "Zero-Hum". Em duas palavras, Flávio consegue a proeza de dizer três mentiras, sem qualquer esforço. Está em seu DNA. Isso se antes já não assediou, achacou ou conspurcou. Quando repórteres em serviço lhe fazem uma pergunta pautada pelo editor, ele recorre a uma resposta em inglês totalmente fora de contexto.

É claro, seus marqueteiros e mercenários digitais -- igual Fernando Cerimedo, o argentino que foi contratado por Marco Rubio para manipular as eleições em vários países, como Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, Honduras, Colômbia e Peru -- já o adestrou. Também, com a inteligência rarefeita de que padece, só assim para aparentar o que não é. O tempo todo.

Por que Flávio não quer debater seu programa?

Primeiro, porque, na verdade, ele não tem programa. Tem, sim, um conjunto de ações indecentes para quem é minimamente consciente da importância daquilo que se chama SOBERANIA NACIONAL: iguais aos demais fantoches eleitos pelas "granjas de bots", isto é, pelas redes digitais que manipulam a cabeça de pessoas de boa-fé com mentiras absurdas criadas pelos mercenários digitais desde fora do país, Flávio e seus aliados querem privatizar tudo, inclusive universidades, hospitais, escolas e centros de pesquisa como Embrapa, Fiocruz e ICMBio, além da Caixa Econômica, Banco do Brasil, os Correios e até o PIX.

Se isso fosse pouco, quer acabar com concursos públicos e as carreiras do serviço público, terceirizando instituições como IBAMA, Receita Federal, Polícia Federal, Previdência Social e autarquias que existem desde antes da República. Acabar com as carreiras é o plano para precarizar os serviço público e fazer com que os funcionários não tenham condições de barrar os atos ilegais que eles praticaram durante o mandato do pai dele, cujo crime, de ter deixado morrer mais de 700 mil pessoas de covid-19 durante a pandemia, ainda não foi julgado.

Flávio quer chegar à Presidência para indultar Jair Bolsonaro e os comandantes da tentativa de golpe (além dos otários que fizeram o quebra-quebra), entregar as terras raras, minerais críticos e todas as reservas petrolíferas e minerais do Brasil a Donald Trump. Ele já entregou um documento convidando os membros do governo dos EUA a integrar uma equipe de transição, o que é proibido pela Constituição Federal (a mídia cúmplice sequer deu o devido destaque e debateu com especialistas, como fazia em campanhas passadas).

Por que "Zero-Hum" cresce nas pesquisas
apesar das denúncias?

Porque o filho do inominável -- para não precisar de uma "fakeada" em Juiz de Fora, como o pai em 2018 --, ganhou de presente dos meliantes de Miami (onde está o irmão foragido, que acaba de perder seu emprego de escrivão) um plano "combo" de como melar estas eleições e chegar a competir voto a voto, o que permitiria um golpe em caso de não conseguir fraudar a vontade popular. Pesquisa não elege, apenas é usada para manipular suas hordas fanáticas.

Marco Rubio, o "gusano" (verme) que foi capaz de impingir fome e morte a seus conterrâneos da Ilha, é o gestor do plano sinistro. Mas dele participam aqueles que, indicados pelo inominável, não foram julgados e devidamente punidos pelos tribunais em todas as instâncias, da primeira até o Supremo, alvo dos golpistas, a começar por Donald Trump e todos os seus sequazes dentro e fora do Brasil.

Você acredita que os ministros do Supremo saibam do golpe?

Saber, todos sabem. Até nós, reles mortais. O golpe não ocorreu apenas no dia 8 de janeiro de 2023 -- desde 2019, ano em que o inominável assumiu, já vinha sendo ensaiado (daí o ódio pelo ministro Alexandre Moraes, que foi alinhavando todas as tentativas golpistas), e o pior é que não parou na intentona: é golpe em série, continuado, igual câncer que vai "apodrecendo" por dentro os poderes da República.

Há ministros do STF que sabem demais, e contamos que não prevariquem e não procrastinem (pelo menos dos dois indicados pelo inominável um já conspurcou e outro já fornicou -- no caríssimo Hotel Fasano, patrocinado pelo ex-banqueiro e "irmão", com desconhecida a preço de ouro, sob rumores de ter dado calote na profissional do sexo, apesar da fé, segundo o temido celular que Mendonça não queria compartilhar, do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, "mermão" do Flávio "Cadê os 61 milhões?" Bolsonaro, impoluto candidatíssimo.

Hipocrisia conta?

Ora, deixemos de hipocrisia.  Se os ungidos se desviaram, cometeram pecados -- eles sabem disso, ainda que não o digam publicamente --, por que os demais, que não são ungidos, têm que ser apedrejados como nos tempos da Lei? Jesus Cristo, conforme João 8:7, não disse que atire a primeira pedra aquele que não tem pecado?

Em uma República laica, cabe a todo funcionário público, em todos os níveis e esferas de poder, o cumprimento da lei, sob pena de sofrer por eventuais desvios de função, conforme está consignado. O próprio descumprimento de André Mendonça, ao procrastinar desde maio e bancar o homem-bomba em setembro, início da campanha eleitoral, o torna passível de sanções, porque ninguém está acima da lei, mesmo sendo ministro ungido.

E o Lulinha da vez?

Podem constatar: desde o fim do ano passado, a mídia corporativa já andava fazendo o seu balão de ensaio depois de refeito seu balcão de negócios. Bem ao gosto e sabor dos eternos donos do país, incomodados com as conquistas das camadas sociais mais desassistidas entre 2016 e 2022, ensaiaram desviar o foco das manchetes, sem qualquer motivo real, para Luiz Fábio Lula da Silva, o Lulinha, de forma recorrente -- bastava ser revelada uma treta da familícia do inominável para que, do nada, aparecessem denúncias pipocando sobre Lulinha, tal qual nos nefastos tempos da quadrilha da Lava-Jato.

Por seu turno, a mídia corporativa (Globo, Abril, Folha, Estado etc), que fez vista grossa ao golpe em curso e tem colaborado acintosamente na disseminação de factoides, precisa ser objeto de uma chamada de atenção ética pelos próprios profissionais do Jornalismo. A conduta antiética de profissionais carimbados pela desfaçatez não pode continuar a ser premiada com altos salários, enquanto repórteres investigativos têm seus ofícios preteridos por decisões corporativas, sempre em sintonia com os amos e senhores do planeta doente e da sociedade caduca, com base em Miami, Nova Iorque, Bruxelas, Londres, Berlim, Paris, Roma, Madri e Lisboa.

Para concluir, ante os evidentes escândalos recém trazidos do celular de Vorcaro, a mídia corporativa, nesta reta de chegada para o dia de votação no primeiro turno, não conseguindo mitigar o impacto negativo sobre Flávio Bolsonaro, volta o samba de uma nota só contra Lulinha, de forma acintosa e cínica. Isso tem nome e sobrenome: Donald Trump. Como as oligarquias midiáticas no Brasil sempre agiram contra os interesses do país, não surpreende, mas precisa ser devidamente enquadrada dentro de critérios éticos do Jornalismo pelas entidades representativas da categoria.

Ahmad Schabib Hany