domingo, 1 de março de 2026
TRUMP, O JAGUNÇO DE NETANYAHU
Choro pelo Irã, choro pela humanidade: A crapulagem dos que normalizam a barbárie - Inêz Oludê da Silva
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
GUADALUPE ASCIMANI DE HANY, 120° ANIVERSÁRIO NATALÍCIO
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
'METODOLOGIA' DA LAVA JATO RESSUSCITADA PELA MÍDIA CORPORATIVA
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
CARTA ABERTA PARA O MUNDO
À humanidade inteira, às mães do mundo, aos médicos sem fronteiras, aos jornalistas com dignidade, aos governos que ainda acreditam na justiça:
Meu nome é como o de milhões. Não tenho sobrenomes conhecidos nem cargos importantes. Sou uma cubana do povo. Uma filha, uma irmã, uma patriota. E escrevo isto com a alma dilacerada e as mãos tremendo, porque o que meu povo vive hoje não é uma crise. É um assassinato lento, calculado, friamente executado desde Washington.
E o mundo olha para o outro lado.
Denuncio que em Cuba há idosos que morrem antes do tempo porque o bloqueio impede que cheguem medicamentos para o coração, a pressão, o diabetes. Não é falta de recursos. É proibição deliberada. Empresas que querem vender para Cuba são multadas, perseguidas, ameaçadas. Seus governos calam. E enquanto isso, um avô cubano aperta o peito e espera. A morte não avisa. O bloqueio, sim.
Denuncio que houve incubadoras em Cuba que tiveram que ser desligadas por falta de combustível. Que há recém-nascidos lutando pela vida enquanto o governo dos Estados Unidos decide quais países podem nos vender petróleo e quais não. Que há mães cubanas que viram a vida de seus filhos perigar porque uma ordem assinada em um gabinete em Washington vale mais que o choro de um bebê a 90 milhas de sua costa.
Onde está a comunidade internacional? Onde estão as organizações que tanto defendem a infância? Ou será que as crianças cubanas não merecem viver?
Denuncio que o bloqueio é fome programada. Não é que falte comida por acaso. É que nos impedem de comprá-la. É que os navios com alimentos são perseguidos. É que as transações bancárias são bloqueadas. É que as empresas que nos vendem grãos, frango, leite, são sancionadas.
A fome em Cuba não é um acidente. É uma política de Estado do governo dos Estados Unidos, refinada durante 60 anos, atualizada por cada administração, recrudescida por Donald Trump e executada com saída por Marco Rubio.
Eles chamam isso de "pressão econômica". Eu chamo de terrorismo por fome.
Denuncio que nossos médicos, os mesmos que salvaram vidas na pandemia enquanto o mundo inteiro desabava, hoje não têm seringas, nem anestesia, nem equipamentos de raio-X. Não porque não saibamos produzi-los. Não porque não tenhamos talento. Mas porque o bloqueio nos impede de acessar os insumos, as peças de reposição, a tecnologia.
Nossos cientistas criaram cinco vacinas contra a COVID-19. Cinco. Sem ajuda de ninguém. Contra ventos e marés. Contra bloqueio e mentiras. E ainda assim, o império nos castiga por termos conseguido.
Cuba não pede esmola. Cuba não pede soldados. Cuba não pede que gostem de nós.
Cuba pede justiça. Nada mais. Nada menos.
Peço que parem de normalizar o sofrimento do meu povo. Peço que chamem o bloqueio pelo seu nome: CRIME DE LESA-HUMANIDADE. Peço que não se deixem enganar pelo conto do "diálogo" e da "democracia" enquanto apertam nosso pescoço.
Não queremos caridade. Queremos que nos DEIXEM VIVER.
Aos governos cúmplices que calam: A história lhes cobrará.
Aos meios de comunicação que mentem: A verdade sempre encontra brechas.
Aos algozes que assinam sanções: O povo cubano não esquece e não perdoa.
Aos que ainda têm humanidade no peito: Olhem para Cuba. Olhem o que fazem com ela. E perguntem-se: De que lado da história quero estar?
Desta ilha pequena, com um povo gigante. Uma cubana do povo que se recusa a render-se.
SE ESTE TEXTO TE COMOVEU POR DENTRO, COMPARTILHE-O.
Não importa se você tem 10 amigos ou 10 mil seguidores. Não importa se seu mural é público ou privado. Não importa se você nunca compartilha nada.
Mas isto é diferente.
Isto não é uma foto de um pôr do sol. Isto não é uma notícia de fofoca. Isto não é uma opinião qualquer.
Isto é um GRITO. E gritos não se guardam. Se ESCUTAM. Se REPLICAM. Se TORNAM MULTIDÃO.
Hoje não lhe peço um "curtir". Peço que use seus polegares para algo maior do que rolar a tela.
COMPARTILHE.
Para que o mundo saiba que em Cuba não há uma crise. Há um CRIME.
Para que as mães de outros países saibam que aqui há bebês lutando em incubadoras desligadas pelo bloqueio.
Para que os avós de outras terras saibam que aqui há idosos que morrem esperando medicamentos que Washington não deixa entrar.
Para que os governos cúmplices sintam vergonha. Para que os meios de comunicação mentirosos não tenham escapatória. Para que os algozes saibam que NÃO NOS CALAMOS.
Uma só pessoa compartilhando isto não muda o mundo. Milhares, milhões, SIM.
Não guarde este texto só para você. Não seja cúmplice do silêncio.
FAÇA COM QUE ESTA DENÚNCIA CHEGUE MAIS LONGE QUE O BLOQUEIO.
CARTA ABIERTA AL MUNDO
A la humanidad entera, a las madres del mundo, a los médicos sin fronteras, a los periodistas con dignidad, a los gobiernos que aún creen en la justicia:
Me llamo como millones. No tengo apellidos conocidos ni cargos importantes. Soy una cubana de a pie. Una hija, una hermana, una patriota. Y escribo esto con el alma desgarrada y las manos temblando, porque lo que hoy vive mi pueblo no es una crisis. Es un asesinato lento, calculado, fríamente ejecutado desde Washington.
Y el mundo mira hacia otro lado.
DENUNCIA POR MIS ABUELOS:
Denuncio que en Cuba hay ancianos que mueren antes de tiempo porque el bloqueo impide que lleguen medicamentos para el corazón, la presión, la diabetes. No es falta de recursos. Es prohibición deliberada. Empresas que quieren venderle a Cuba son multadas, perseguidas, amenazadas. Sus gobiernos callan. Y mientras tanto, un abuelo cubano aprieta el pecho y espera. La muerte no avisa. El bloqueo sí.
DENUNCIA POR MIS NIÑOS:
Denuncio que hay incubadoras en Cuba que han debido apagarse por falta de combustible. Que hay recién nacidos luchando por su vida mientras el gobierno de Estados Unidos decide qué países pueden vendernos petróleo y cuáles no. Que hay madres cubanas que han visto peligrar la vida de sus hijos porque una orden firmada en una oficina de Washington vale más que el llanto de un bebé a 90 millas de sus costas.
¿Dónde está la comunidad internacional? ¿Dónde están las organizaciones que tanto defienden la infancia? ¿O es que los niños cubanos no merecen vivir?
DENUNCIA POR EL HAMBRE INTENCIONAL:
Denuncio que el bloqueo es hambre programada. No es que falte comida porque sí. Es que nos impiden comprarla. Es que los barcos con alimentos son perseguidos. Es que las transacciones bancarias son bloqueadas. Es que las empresas que nos venden granos, pollo, leche, son sancionadas.
El hambre en Cuba no es un accidente. Es una política de Estado del gobierno de Estados Unidos, refinada durante 60 años, actualizada por cada administración, recrudecida por Donald Trump y ejecutada con saña por Marco Rubio.
Ellos llaman a esto “presión económica”. Yo lo llamo terrorismo con hambre.
DENUNCIA POR MIS MÉDICOS:
Denuncio que nuestros médicos, los mismos que salvaron vidas en la pandemia mientras el mundo entero colapsaba, hoy no tienen jeringas, ni anestesia, ni equipos de rayos X. No porque no sepamos producirlos. No porque no tengamos talento. Sino porque el bloqueo nos impide acceder a los insumos, a los repuestos, a la tecnología.
Nuestros científicos crearon cinco vacunas contra la COVID-19. Cinco. Sin ayuda de nadie. Contra viento y marea. Contra bloqueo y mentiras. Y aún así, el imperio nos castiga por haberlo logrado.
AL MUNDO LE DIGO:
Cuba no les pide limosna.
Cuba no les pide soldados.
Cuba no les pide que nos quieran.
Cuba les pide justicia. Nada más. Nada menos.
Les pido que dejen de normalizar el sufrimiento de mi pueblo.
Les pido que llamen al bloqueo por su nombre: CRIMEN DE LESA HUMANIDAD.
Les pido que no se dejen engañar por el cuento del “diálogo” y la “democracia” mientras nos aprietan el cuello.
No queremos caridad. Queremos que nos DEJEN VIVIR.
A los gobiernos cómplices que callan:
La historia les pasará factura.
A los medios que mienten:
La verdad siempre encuentra grietas.
A los verdugos que firman sanciones:
El pueblo cubano no olvida y no perdona.
A los que aún tienen humanidad en el pecho:
Miren a Cuba. Miren lo que le hacen. Y pregúntense: ¿De qué lado de la historia quiero estar?
Desde esta isla pequeña, con un pueblo gigante,
Una cubana de a pie que se niega a rendirse.
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No me importa si tienes 10 amigos o 10 mil seguidores.
No me importa si tu muro es público o privado.
No me importa si nunca compartes nada.
Pero esto es diferente.
Esto no es una foto de un atardecer.
Esto no es una noticia de farándula.
Esto no es una opinión más.
Esto es un GRITO. Y los gritos no se guardan. Se ESCUCHAN. Se REPLICAN. Se VUELVEN MULTITUD.
Hoy no te pido un “me gusta”.
Te pido que uses tus pulgares para algo más grande que desplazar la pantalla.
COMPARTE.
Para que el mundo sepa que en Cuba no hay una crisis.
Hay un CRIMEN.
Para que las madres de otros países sepan que aquí hay bebés luchando en incubadoras apagadas por el bloqueo.
Para que los abuelos de otras tierras sepan que aquí hay ancianos que mueren esperando medicamentos que Washington no deja entrar.
Para que los gobiernos cómplices sientan vergüenza.
Para que los medios mentirosos no tengan escapatoria.
Para que los verdugos sepan que NO NOS CALLAMOS.
Una sola persona compartiendo esto no cambia el mundo.
Miles, millones, SÍ.
No te quedes con este texto guardado.
No seas cómplice del silencio.
HAZ QUE ESTA DENUNCIA LLEGUE MÁS LEJOS QUE EL BLOQUEO.
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