TRUMP, O JAGUNÇO DE NETANYAHU
O bombardeio israelo-estadunidense ao Irã, neste 28 de fevereiro, comprova que Donald Trump não passa de reles jagunço do carniceiro de Gaza, Benjamin Netanyahu. Afinal, os sionistas tomaram de assalto Washington antes do fim da guerra fria e, sobretudo, a partir do início do século XXI, com a farsa da implosão das Torres Gêmeas, a trama de Jeffrey Epstein, a farsa das armas de destruição em massa 'y otras cositas más'.
Como de hábito, durante a madrugada, o governo dos Estados Unidos, em conluio com o estado sionista, cometeu a invasão traiçoeira do espaço aéreo do Irã pela coalizão militar israelo-estadunidense e bombardeou a população civil, sob pretexto de abater a elite militar, política e religiosa. Ao menos 85 alunas, todas crianças, de uma escola feminina de cidade iraniana perto do Estreito de Ormuz foram assassinadas por um bombardeiro das chamadas 'forças de defesa' sionistas ("o ataque é a melhor defesa", como sempre).
É assim como o ocidente de ladrões e assassinos diz, invocando um 'deus' (minúscula) cínico e canalha (seria Baal ou Baco, das orgias regadas a cocaína, uísque e depravação?), 'defender' as mulheres e a liberdade, como ficou provado na ilha de Jeffrey Epstein, ou no Iraque, Afeganistão, Líbia, Sudão e Palestina.
Como gângsteres impunes, Trump e Netanyahu são chegados a todo tipo de crimes e contravenções. Se no réveillon deste ano se valeram para preparar a invasão à Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro e sua companheira (como que houvesse crime por ser 'conja', para lembrar o semianalfabeto que 'passou' em concurso graças ao tráfico de influência da confraria que depois lhe cobrou serviços para bulinar Lula e sua Família, coisa que agora voltam a tentar, para criar narrativas, pois no auge da Lava Jato nunca puderam 'descobrir' algo contra ele e os seus), usaram as orgias do carnaval para decidir a execução do Aiatolá Ali Khamenei e de outros dirigentes do Irã, como o ministro da Defesa Amir Nasirzadeh, o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad e altos comandantes militares.
Narciso, pedófilo e psicopata-mor da Casa Branca -- especulador imobiliário e empresário de 'entrenimento' de massas e misses --, Trump pretende entrar para a história como o grande estadista de uma potência em vertiginoso declínio, sobretudo por ter sido tomada de assalto pelo lobby sionista, o mesmo que patrocinou as orgias listadas por Epstein e financia há décadas as campanhas eleitorais de todos os candidatos à presidência dos EUA, que viraram reles marionetes do estado genocida e de seus financiadores pelo mundo afora.
A agressão anglo-sionista perpetrada contra o Irã atende estritamente a interesses do estado genocida, sobretudo por compromissos com o lobby sionista que paga as campanhas eleitorais bilionárias dos EUA, além de farsa eleitoreira, tanto de Trump como de Netanyahu -- este ano há eleições em suas respectivas bases nacionais, pelo que precisam capitalizar apoio real --, apesar do complexo contexto econômico-financeiro atual e da conturbada conjuntura político-militar hemisférica em que nos encontramos.
A imprensa corporativa, rasteira e serviçal que é, está a desinformar toda a humanidade com mentiras produzidas ou requentadas pelo Pentágono, CIA e Mossad. A primeira grande mentira é que o Irã possui armas nucleares (se tivesse, como a Coreia do Norte, jamais teria sido atacado). A segunda é que o Irã representa uma ameaça aos EUA e ao estado genocida que se apossou impunemente do território milenar da Palestina (pelo contrário, são os dois estados invasores e saqueadores os que ameaçam a integridade dos territórios e a soberania de todos os países da região e do mundo).
Mas a mais cínica é a naturalização por 'jornalistas' lambe-botas do ocidente da narrativa de que sua aventura beligerante visa 'mudar o regime' iraniano, como que o império e o estado genocida tivessem legitimidade para impor a sua vontade por cima da soberania e da autodeterminação dos povos. Não se deram ao trabalho de 'reciclar' seus argumentos, nada diferentes daqueles que antecederam à invasão do Iraque, Afeganistão e Líbia, por exemplo, e que não só destruíram Estados solidamente estruturados que cumpriam um papel relevante para a população de parte da Ásia e da África, e tudo com o afã de saquear, pilhar as riquezas naturais, o petróleo maldito.
E a cobertura da imprensa corporativa brasileira não foge a essa estratégia determinada pelos falcões do Pentágono, não só na absurda abordagem da tragédia dos povos cubano e venezuelano, mas neste momento com os dramáticos fatos que ocorrem no território iraniano. A famiglia Mosquita, do embolorado 'Estradão', chegou ao cúmulo de publicar verdadeira ofensa às comunidades iraniana, muçulmana e árabe no Brasil com o vil editorial intitulado "Ninguém vai chorar pelo Irã".
Felizmente a Artista Plástica e Poeta (maiúsculas, por favor!) Inêz Oludé da Silva fez uma resposta eloquente, de lavar a alma, intitulada "Choro pelo Irã, choro pela humanidade: A crapulagem dos que normalizam a barbárie", em que pondera, com sensibilidade e lucidez, sobre a postura humana: "Choro por um país de história milenar, cuja arquitetura deslumbrante já foi poesia feita em pedra e azulejo. Choro por um povo que tem o direito de viver em paz, como qualquer outro povo neste planeta. Choro pelas 85 crianças e professoras assassinadas covardemente dentro de uma escola, vítimas da insanidade mental de homens que transformam a geopolítica num ringue de barbárie. Choro pelos civis que viram números, estatísticas, danos colaterais na frieza dos relatórios de guerra."
A despeito de Trump, Netanyahu e seus malditos fantoches, a humanidade, sim, tem jeito e merece porvir mais digno. Razão pela qual continuamos, incessantemente, a lutar por uma sociedade mais justa e um mundo melhor. Venceremos!
Ahmad Schabib Hany
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